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Por que o Natal?

Pois o Filho de Deus nos foi dado,

E num madeiro pendurado,

E Deus nos deu o maior presente de Natal:

Seu amor por nós, sem igual.

                — David Brandt Berg

 

Por que o Natal?

Era uma vez um homem que não acreditava em Deus, e não hesitava em deixar bem claro a todos o seu ponto de vista em relação à religião e feriados religiosos, como por exemplo
o Natal. Sua esposa, porém, acreditava em Jesus e criou seus filhos nessa fé, apesar dos disparates que o marido dizia.

Nevava numa certa véspera de Natal no hemisfério norte, e a esposa estava para levar as crianças para o culto de Natal na região rural onde moravam. Ela pediu ao marido que os acompanhasse, mas ele se recusou.

— Que história mais ridícula! — disse ele. Por que Deus Se rebaixaria a vir à Terra como um homem? Isso é ridículo!

Ela, então, partiu com as crianças deixando o esposo em casa.

Pouco depois, começou a ventar forte e a neve se transformou em nevasca. Olhando pela janela, ele só conseguia ver a neve caindo, cegando-lhe completamente a visão. Era noite, e o homem sentou-se para relaxar diante da lareira.

De repente ouviu um baque. Algo tinha batido na janela. Voltou a acontecer. Ele olhou para fora, mas não dava para ver nada a mais de um metro. Quando a neve amainou um pouco, aventurou-se a sair para ver o que batera em sua janela. Viu no campo perto da casa um bando de gansos selvagens. Aparentemente eles estavam migrando para o sul, fugindo do inverno, quando ficaram presos na tempestade e impedidos de seguir seu rumo. Estavam perdidos e presos na fazenda, sem comida nem abrigo. Os gansos batiam as asas e voavam em círculo pelo campo, cegos e desnorteados. Aparentemente dois bateram na janela da casa.

O homem sentiu pena dos gansos e quis ajudá-los. O celeiro seria um bom abrigo para eles, pensou. É quentinho e seguro; eles certamente poderiam passar a noite lá até a tempestade passar.

Foi ao celeiro, escancarou as portas e depois ficou observando e esperando, na esperança de que os gansos notassem que o celeiro estava aberto e entrassem. Mas eles continuavam voando sem rumo e não pareciam notar o celeiro e o que poderia fazer por eles. O homem tentou chamar a atenção das aves, mas apenas as espantava e elas se distanciavam cada vez mais.

Entrou em casa e saiu com um pouco de pão. Esmigalhou-o e fez uma trilha de migalhas de pão até ao celeiro. Mas eles nem assim perceberam.

Começou a ficar frustrado. Foi para trás deles e tentou espantá-los na direção do celeiro, mas eles ainda mais assustados e se espalharam por todas as direções, menos em direção ao celeiro. Não havia nada que ele fizesse que conseguisse levá-los para o celeiro onde estariam quentinhos e seguros.

“Por que eles não me seguem?!”exclamou. “Será que não vêem que este é o único lugar onde vão conseguir sobreviver a esta tempestade?”

Pensou por um momento e percebeu que eles não seguiriam um ser humano. “Se eu fosse um ganso, poderia salvá-los”, pensou alto.

Teve então uma idéia. Entrou no celeiro, pegou um dos seus próprios gansos nos braços e caminhou por entre o bando de gansos selvagens. Depois soltou-o. O ganso voou direto para o celeiro — e todos os outros gansos, um por um, o seguiram.

O homem ficou em silêncio por um momento e as palavras que proferira pouco antes ressoavam em sua cabeça: “Se eu fosse um ganso, poderia salvá-los!” Pensou então no que dissera antes à sua esposa. “Por que Deus Se rebaixaria a vir à Terra como um homem? Isso é ridículo!” Tudo, de repente, fez sentido. Foi isso o que Deus fez. Nós éramos como aqueles gansos — cegos, perdidos e estávamos perecendo. Deus fez Seu Filho torna-Se como nós para nos mostrar o caminho e nos salvar. Ele então entendeu que o Natal é justamente isso.

À medida que o vento e a tempestade amainaram, sua alma se aquietou e ficou ponderando nesse maravilhoso conceito. De súbito ele entendeu do que se trata o Natal e por que Cristo teve que vir à Terra. Anos de dúvidas e descrença se dissiparam, assim como a tempestade que passou. Ele caiu de joelhos na neve e fez sua primeira oração: “Obrigado, Deus, por ter vindo na forma humana para me tirar da tempestade!”

          — Autor anônimo, adaptado por Keith Phillips

 

 

O Presente de Natal de Jesus para Você

 

O Meu amor está sempre ao seu dispor — a toda hora, dia ou noite,

 não importa onde for.

O Meu amor chega ao fundo do poço para salvar,
percorre a maior distância para alguém resgatar.

Não tem ponto de parada; se doa sem limites,
não quer saber de nada.

E dou-lhe este amor agora: amor infinito, verdadeiro, receba-o sem demora.

 

O Meu amor dá paz de espírito em meio à confusão,

O Meu amor tira o cansaço; restaura forças quando você não consegue dar mais um passo.

O Meu amor acalma os temores, tranqüiliza seu coração, alivia suas dores.

O Meu amor pode curar um corpo quebrado; dá-lhe coragem para encarar a vida por mais que esteja desesperado.

O Meu amor desanuvia os seus pensamentos nos mais atribulados momentos.

O Meu amor acaba com a tensão, com todo o estresse e preocupação.

 

O Meu amor é o presente de Natal que lhe dou.

Sempre esteve à sua disposição. Quer recebê-lo agora?

Basta abrir seu coração!

 

Com amor, Jesus