
Esta profecia é verdadeiramente notável. Imagine:
há quase 2 mil anos o apóstolo João, que antes de conhecer Jesus era um simples
pescador, prediz que um dia será instituído um sistema econômico global em que todos
serão obrigados a receber um número, sem o qual não poderão comprar nem vender.
Esta profecia só poderia se cumprir depois da invenção dos computadores e do banco
eletrônico.
Existem atualmente vários métodos usados para
fazer compras: pode-se usar dinheiro vivo, preencher um cheque ou usar um cartão de
crédito.
Ou pode-se usar um cartão de débito. O caixa
simplesmente passa o seu cartão num escaneador ligado eletronicamente ao seu banco, e o
dinheiro é imediatamente retirado da sua conta e depositado na conta da loja. Tudo numa
fração de segundo.
Outro meio de transferir dinheiro, já empregado em
vários países e que está sendo promovido em vários outros, é o "cartão
inteligente". Parece um cartão de crédito normal, mas com uma grande diferença:
ele tem um chip embutido. Essas maravilhas eletrônicas que não só lhe dão acesso
instantâneo à sua conta bancária, mas também contêm todas as informações do seu
passaporte, registro médico, carteira de habilitação, fotos, situação junto ao
serviço de assistência social do governo, e muitas outras informações. Mais de 90
milhões de cartões inteligentes de saúde já estão sendo usados na França, no
Canadá, na Alemanha e na Inglaterra.
Estamos realmente a caminho da eliminação do
papel-moeda. Os apologistas de uma sociedade sem papel-moeda têm muitas razões para
defender a idéia. Uma das principais é que o papel-moeda é a base do narcotráfico,
pois os traficantes geralmente fazem negócios usando malas cheias de dinheiro. Sem
dinheiro, acabaria a venda de drogas ilegais. Na verdade, os órgãos executivos dizem que
eliminando o dinheiro eliminaria a maioria das atividades criminosas.
O obstáculo da
identificação
Antes de se eliminar o papel-moeda, cheques e
cartões de crédito, é preciso desenvolver e implementar um sistema de identificação
completamente seguro. Os comerciantes precisam ter certeza de que o cartão que a pessoa
apresenta para uma transação é realmente dela.
Já foram desenvolvidos vários sistemas e
segurança contra falhas na identificação, como impressão digital e leitores de mão,
escaneador de retina, etc. O problema dessas máquinas é que são extremamente caras.
Para uma sociedade completamente sem papel-moeda ser possível, seria preciso haver uma
máquina assim em cada lojinha ou varejista onde se vende qualquer coisa.
Apesar dos escaneadores biométricos atualmente
custarem milhares de dólares, os microchips embutidos em cartões inteligentes de
plástico custam apenas alguns centavos cada.
O implante do microchip
pessoal
Uma solução barata e funcional seria pegar um chip
semelhante aos que são usados nos cartões inteligentes e inseri-lo sob a sua pele.
Depois que o chip fosse implantado, poderia ser lido por um escaneador normal, bem
semelhante aos que reconhecem o código de barras num supermercado. Você então se
tornaria o seu próprio cartão inteligente. E assim estaria resolvido o problema tão
dispendioso de verificar se a pessoa que apresenta o cartão é realmente a dona do mesmo!
A tecnologia para esse implante não só já existe,
mas também está sendo testada em programas-piloto no mundo inteiro. Por exemplo, o
Departamento de Saúde e Recursos Humanos dos EUA diz que já está acontecendo em
Washington D.C. e em várias outras cidades a implantação do novo Microdot
Identification Project. Os minúsculos chips de computador sendo usados são do
tamanho de uma cabeça de alfinete, custam menos de 25 cêntimos cada e são injetados 6
mm aproximadamente debaixo da pele, geralmente no local neutro entre os tendões do dedo
médio e do indicador. São ativados por um pequeno escaneador de mão e proporcionam a
identificação exata das pessoas em quem foram implantados.
Uma sociedade global sem dinheiro vivo está a
caminho. Fibra ótica, satélites e bancos de dados em computadores têm o potencial para
controlar o mundo de uma maneira assombrosa. Os governos da Austrália, Israel, Cingapura
e Tailândia procuram um meio de eliminar o papel-moeda e os cheques, enquanto muitos
outros países estão testando vários métodos de fazer negócios sem dinheiro vivo. Pela
primeira vez, a alta tecnologia necessária para cumprir-se a visão arrepiante que o
apóstolo João teve há quase dois mil anos está aqui.
O poder por trás do trono
Lembre-se que o líder mundial vai exigir que o
mundo o adore não só por ser extremamente egocêntrico, mas por estar possesso pelo
próprio Satanás. "O dragão [o diabo] deu-lhe [à besta] o seu poder, o seu
trono e a sua autoridade " (Apocalipse 13:2).
Satanás sempre quis ser Deus. Essa foi a razão da
sua queda. O profeta Isaías escreveu: "Como você caiu do céu, Lúcifer, filho da
manhã! (
) Você imaginou: `Eu vou subir bem alto no céu; dominarei todos os anjos,
sentado no trono mais importante (...) Subirei até o último céu e serei igual ao Grande
Deus.' Mas em lugar disso, você vai ser jogado violentamente para o Inferno, para o fundo
do Inferno" (Isaías 14:12-15, BV).
Na verdade, o objetivo de satanás ao fazer o seu
fantoche, o Anticristo, estabelecer o vindouro sistema de crédito único é este mesmo:
forçar as pessoas no mundo a se prostrarem diante dele.
Cuidado com o 666!
Então aceitar a "marca da besta" será
mais do que uma mera decisão econômica. Apesar de ser disfarçado como um avanço
tecnológico para a melhoria da sociedade, recebê-la será principalmente uma decisão espiritual
de aceitar e adorar o Anticristo demoníaco.
É por isso que a Bíblia adverte: "Se alguém
adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o
tal beberá do vinho da ira de Deus (
) Não têm repouso nem de dia nem de noite os
que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome"
(Apocalipse 14:9-11). Deus não castigaria ninguém de tal forma simplesmente por aceitar
uma marca de identificação e crédito que lhe permite comprar alimentos!
Então, quando vir surgindo um governo mundial e o
seu líder exigir uma aliança, lealdade a ele e até adoração, não se deixe levar.
Independentemente dos "incentivos" econômicos que sejam oferecidos ou das
conseqüências que ameacem os que recusarem a marca e o número, dedique seu amor e
adoração ao Deus verdadeiro, o seu Criador, que o ama e cuida de você, e que o ajudará
nos dias por vir, se você depositar sua confiança nEle.